Agentes · Advocacia

O advogado escreve sob prazo. O agente escreve junto.

Seu acervo — petições, contratos, teses, pareceres e o histórico do escritório — vira memória consultável. Um agente ligado a ela responde no WhatsApp e no Telegram, por texto ou por áudio, sempre mostrando de onde tirou cada coisa.

Diagnóstico, coleta, organização e agentes ligados. Escopo e investimento sob consulta.

O que trava o seu dia

O conhecimento mora no sócio

O associado novo não pergunta ao acervo, pergunta ao sócio — e o sócio está em audiência. Vinte anos de teses e peças ganhas viram um arquivo que ninguém consulta porque ninguém sabe o que tem lá dentro.

Toda peça começa do zero

A tese já foi escrita, com outra roupa, em outro processo. Sem memória organizada, reescrever é mais rápido do que procurar — e o escritório paga duas vezes pelo mesmo raciocínio.

Prazo não espera você sentar

As melhores três horas do seu dia são passadas em trânsito, em corredor de fórum e em sala de espera. Nenhuma delas é hora de digitar.

Por que voz muda o jogo aqui

Dite a peça saindo da audiência

Você fala os fatos, a tese e a estratégia por áudio no WhatsApp. O agente transcreve, estrutura em tópicos e devolve uma primeira versão com os pontos que precisam de validação já marcados.

Consulte o acervo sem abrir o notebook

"O que a gente já argumentou sobre prescrição intercorrente em execução fiscal?" — pergunta por áudio, resposta com a peça, o processo e a data de onde saiu.

Ouça em vez de ler

O agente responde em voz quando você está dirigindo. Resumo do caso, pontos de atenção e o que falta — sem tirar os olhos da rua.

O que entra no seu cérebro digital

Acervo de peças e contratos

Petições, contestações, recursos, minutas e cláusulas que o escritório já usou, conectadas por tese, matéria e resultado.

Teses e jurisprudência interna

O que funcionou, o que não funcionou e por quê. A jurisprudência que importa é a que o seu escritório já testou em juízo.

Histórico de clientes e casos

Contexto de cada cliente, decisões tomadas e o porquê — o que hoje vive em thread de e-mail e na cabeça de quem estava lá.

O que o agente não faz

  • Não protocola, não peticiona e não assina nada. A entrega é rascunho para revisão.
  • Não conclui sem ressalva: pontos frágeis vêm marcados como frágeis.
  • Não inventa fonte. Quando não encontra base no seu acervo, diz que não encontrou.
  • Não substitui o advogado. A responsabilidade técnica e a inscrição na OAB continuam sendo suas.
  • Dados sensíveis e sigilo profissional entram no desenho do projeto, não como remendo depois.

Perguntas diretas

Meus processos ficam expostos?

O cérebro é construído em arquivos abertos que permanecem sob seu controle, com governança e backup definidos no projeto. Quando o sigilo exige, trabalhamos local-first — o conteúdo não sai do seu perímetro.

Funciona para escritório pequeno?

Sim. O escopo muda com o volume de acervo e o número de agentes, não com o tamanho da placa na porta. Advogado autônomo também tem vinte anos de repertório para organizar.

Preciso mudar de sistema?

Não. O agente conversa no WhatsApp e no Telegram, que você já usa. A memória fica em arquivos abertos, compatíveis com ferramentas como o Obsidian.

Quanto custa?

Sob consulta. Depende do volume de acervo, das integrações e de quantos agentes o escritório vai operar. Mandar mensagem e desenhar o escopo junto é o primeiro passo.