Agentes · Medicina
Entre uma consulta e outra, você tem quatro minutos.
Protocolos, condutas, literatura e o histórico de decisões da clínica organizados numa memória que responde com a fonte ao lado. O agente atende no WhatsApp e no Telegram, e entende áudio — porque entre consultas ninguém digita.
Diagnóstico, coleta, organização e agentes ligados. Escopo e investimento sob consulta.
O que trava o seu dia
A literatura não cabe no intervalo
Você sabe que saiu diretriz nova. Ler no intervalo entre consultas é ficção. O conhecimento existe e não chega até você na hora em que decidiria algo.
O protocolo da casa vive em PDF perdido
Cada clínica tem seu jeito de fazer, escrito em algum documento que ninguém acha. O residente pergunta ao colega, e o colega responde de memória.
Documentar rouba o tempo do paciente
Boa parte do expediente vai para escrever o que já foi decidido. É trabalho necessário que compete diretamente com o olho no olho.
Por que voz muda o jogo aqui
Dite a evolução assim que sai da sala
Você fala, o agente transcreve e estrutura no formato que a clínica usa. O texto volta pronto para a sua revisão — que continua obrigatória, porque quem assina é você.
Pergunte ao protocolo por áudio
"Qual a nossa conduta para isso?" — resposta com o protocolo da casa, a diretriz de referência e a data da última atualização. Sem abrir gaveta, sem interromper o fluxo.
Ouça o resumo antes de entrar
O agente lê em voz alta o histórico relevante do caso enquanto você caminha até a sala. Contexto na cabeça antes da porta abrir.
O que entra no seu cérebro digital
Protocolos e condutas da casa
O jeito como a sua clínica decide, escrito, versionado e consultável — em vez de transmitido de boca em boca.
Literatura e diretrizes de referência
As fontes que vocês seguem, organizadas por tema e sempre citadas na resposta. Sem citação, não é resposta.
Histórico de decisões da equipe
Casos discutidos, condutas adotadas e o raciocínio por trás — o repertório que hoje se perde na troca de plantão.
O que o agente não faz
- — Não diagnostica, não prescreve e não define conduta. Organiza informação e prepara texto para a sua revisão.
- — Não fala com paciente. O agente é ferramenta de trabalho do profissional, não canal de atendimento clínico.
- — Não inventa fonte, e não responde por diretriz que não está na sua base.
- — Não substitui o médico. A decisão clínica e a responsabilidade são de quem tem registro no CRM.
- — Sigilo e dados de paciente entram no desenho do projeto, com local-first quando a confidencialidade exigir.
Perguntas diretas
Isso é dispositivo médico?
Não. É ferramenta de organização de conhecimento e apoio à documentação do profissional. Não diagnostica, não prescreve e não toma decisão clínica — por desenho, não por ressalva de rodapé.
E o dado do paciente?
Entra na conversa de arquitetura antes de entrar no sistema. Quando a confidencialidade exige, o cérebro roda local-first e o conteúdo não sai do perímetro da clínica.
Serve para consultório de um médico só?
Serve. O volume muda o escopo, não a lógica: quem atende sozinho é justamente quem não tem a quem perguntar às onze da noite.
Quanto custa?
Sob consulta. Depende do volume de material, das integrações e de quantos profissionais vão usar. O primeiro passo é uma conversa de diagnóstico.
Outras profissões
Agentes · Advocacia
O advogado escreve sob prazo. O agente escreve junto.
Agente de IA para advogados no WhatsApp e no Telegram: dite a petição no trajeto do fórum e receba a primeira versão estruturada, com lacunas marcadas e revisão obrigatória. Ligado ao acervo do seu escritório.
Agentes · Engenharia
Em campo, suas mãos estão ocupadas. Sua dúvida, não.
Agente de IA para engenheiros no WhatsApp e no Telegram: consulte normas, memoriais e histórico de projetos por voz, de capacete e mãos ocupadas. Ligado à memória técnica da sua empresa, com responsabilidade técnica preservada.